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Cleber Ramos

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Anvisa proíbe máscaras de acrílico e face shields em aeroportos a partir de 25 de março

A agência lembra que as máscaras N95 e PFF2 sem válvula, mais eficazes na filtragem, são as mais recomendadas
Anvisa proíbe máscaras de acrílico e face shields em aeroportos a partir de 25 de março
Frazão/Agência Brasil/Divulgação/ND

Máscaras ou proteções com aberturas serão proibidas nos aeroportos e aeronaves do país a partir de 25 de março. A resolução foi aprovada nesta quinta-feira (11) pela Anvisa e busca evitar a entrada e saída de gotículas e, com isso, a possível contaminação por Covid-19.

As novas regras são mais rigorosas e proíbem o uso de bandanas, lenços e protetores faciais do tipo “face shield”, assim como máscaras de acrílico ou de plástico transparente e as com válvula de expiração dos tipos N95 ou PFF2 segundo a agência.

A Anvisa lembra ainda que as “máscaras N95 e PFF2 sem válvula seguem recomendadas. “As máscaras de tecido confeccionadas artesanal ou industrialmente com material como algodão e tricoline continuam permitidas, mas devem possuir mais de uma camada de proteção e ajuste adequado ao rosto”, diz o comunicado.

“O uso da máscara é um ato de cidadania. Uma medida em defesa da própria vida e do próximo”, disse o diretor Alex Machado Campos, responsável pela Quinta Diretoria da Anvisa e relator da mudança na RDC. “Para mitigar a propagação do SARS-CoV-2 e, consequentemente, o surgimento de novas variantes, é preciso reforçar o distanciamento social, a higienização das mãos e o uso de máscaras faciais. Dentre essas ferramentas para a proteção da saúde, é importante destacar o uso eficaz das máscaras, especialmente pela população que transita por ambientes confinados e coletivos”.

Outro detalhe importante é que as pessoas só poderão ficar sem a máscara quando estiverem fazendo hidratação ou alimentando crianças de idade inferior a 12 anos, idosos ou viajantes que necessitem de dieta especial por recomendação médica. Isso vale inclusive para quando estiverem dentro das aeronaves.

“A Agência pretende contribuir para a implementação de uma nova cultura sanitária brasileira por meio da mudança comportamental da população para uma nova etiqueta no controle da pandemia”, afirma o diretor Alex Campos, lembrando que as mudanças começam a valer a partir de 25 de março.

 

Fonte(s): Estadão, São Paulo

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